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Ter ou não ter: Plano de Saúde para o bebê

Ter ou não ter: Plano de Saúde para o bebê

Nada é mais importante para os pais do que o bem-estar do seu recém-nascido. Pensando na segurança dessa nova vida, é comum que mamãe e papai cogitem a contratação de um plano de saúde para o bebê. Mas afinal, será que isso é mesmo necessário?

Sabemos que um plano de saúde de qualidade traz diversas vantagens para a criança e para a família, pois garante um bom atendimento médico sempre que necessário. Porém, o investimento nesta idade, vale a pena? A resposta é sim.

No começo, pode parecer apenas mais um gasto mensal para os pais, que já estão lidando com diversas despesas relacionadas ao bebê, mas a longo prazo é um acordo muito econômico! E nós vamos provar, confira:

  • Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, são necessárias pelo menos 11 consultas da criança com o seu médico – somente no primeiro ano.

  • São recomendadas 14 vacinas iniciais, incluindo a tríplice viral e a meningocócica.

  • Existem exames essenciais após o nascimento, como: Teste do Pezinho, Teste da Orelhinha e Teste do Olhinho

Infelizmente, consultas particulares e exames são caros, e diversas vacinas ainda não são ofertadas pelo SUS. Além do mais, nessa fase, como a imunidade do bebê ainda não está desenvolvida, as idas ao hospitais podem ser recorrentes.

Também podem ocorrer situações mais complicadas, como a necessidade de internação, procedimentos cirúrgicos ou exames mais complexos. Com a aquisição do plano de saúde, os pais evitarão grandes gastos, com taxas altíssimas, reduzindo os custos com as despesas médicas e hospitalares da criança.

Quais são as opções de Plano de Saúde para o recém-nascido?

  1. Seria muito fofo, porém não existe uma modalidade com o título “Plano de Saúde para Bebê”. O que acontece na prática é que os pequenos podem ser titulares de um plano tradicional. Não existe um plano exclusivo para eles, como no caso dos aposentados. O plano deles nada mais é do que a primeira faixa etária convênios, na qual são baseados os valores a serem pagos. Ela vai de 0 a 18 anos.

  2. É possível incluir o pequeno no plano de saúde já existente do pais. Quando a mamãe já tem um plano, ele cobre as necessidades do bebê por até 30 dias após o parto, sem carência. Só é preciso lembrar, durante a gestação, de providenciar a inclusão da criança como dependente! Se a data for ultrapassada, a criança precisará cumprir carência de 6 meses para ser atendida pelo convênio.

  3. Se a mãe ainda não possui um convênio médico, não há problema! Ela pode contratá-lo ainda durante a gestação e depois incluir a criança como dependente. Também é possível fazer a adesão apenas após o nascimento. O ideal é verificar todas as condições de contratação e carência, para garantir o melhor negócio para a saúde da sua família.

  4. Outra possibilidade é incluir o neném no plano de saúde de seus avós. Com um detalhe: se o convênio for empresarial, é necessário conferir a disponibilidade deste recurso no contrato entre empresa e operadora.

Você já é mamãe ou ainda aguarda a chegada do seu bebê? Está considerando a ideia de ter um plano de saúde para o seu pequeno? Conte para nós! Tite todas as suas dúvidas! Participe da Comunidade Alô Bebê!

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Redação - Alô Bebê

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