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Quais os problemas de pele mais comuns em bebês

Quais os problemas de pele mais comuns em bebês

Macia, sedosa, hidratada e lisinha. É assim que a gente imagina a pele do bebê e a indústria de cosméticos insiste em fazer a gente acreditar que é assim mesmo.

De fato, costuma ser assim mesmo. Mas, acredite, podem aparecer alguns probleminhas na pele do bebê. A principal razão para eles pipocarem é justamente por ser pele de bebê. Ou seja, como é muito recente e sem muitas proteções, questões simples que um adulto tira de letra, podem irritar e comprometer a pele do bebê.

A pele é uma espécie de proteção e porta de entrada para o corpo. Precisa, para funcionar bem, encontrar um bom equilíbrio entre oleosidade, microorganismos amigos, produtos de higiene e adaptação ao clima.

Por isso mesmo, é preciso cuidar de forma específica para a pele do bebê não sofrer e ficar irritada em demasia. Fizemos uma lista com os principais problemas que podem acontecer na pele do bebê, como evitar e como tratar. Em geral, são questões bem simples e corriqueiras. Mas é legal não confundir uma com outra:

Acne neonatal

Acontece com frequência em recém-nascidos e parecem pequenas espinhas nas bochechas do neném. A obstrução dos poros acaba causando inflamações que viram bolinhas, ou erupções na linguagem médica. Podem pipocar no tronco também.

Para tratar a pele do bebê com acne neonatal, os pais não devem espremer as espinhas. Basta lavar a área afetada com água e sabonete neutro próprio para a pele do bebê. Secar bem e deixar exposto ao tempo.

O pediatra pode pedir a aplicação de pomadas antibióticas se ficar muito sério. Mas só o especialista pode indicar.

Assaduras

Do dia em que nascem até os 6 ou 7 anos (caso sejam muito gordinhas), as crianças podem ter assaduras na virilha e entre as pernas. A principal causa é a umidade provocada pela fralda e pelo xixi ou cocô não trocado com frequência.

A assadura deixa a pele do bebê vermelha e irritada. Ao toque, fica quente. O bebê sente coceira e ardência no local. O melhor a fazer é prevenir, trocando a fralda sempre e mantendo a área seca e ventilada.

A higiene precisa ser cuidadosa e vale a pena investir num bom creme antiassaduras.

Caspa ou dermatite seborreica

A pele do bebê, mesmo em locais mais protegidos, como o couro cabeludo, pode reagir à vida aqui do lado de fora. Por isso, nenês e crianças pequenas podem apresentar caspa, ou dermatite, no couro cabeludo.

Parecem floquinhos brancos e pele descamada e o cabelo fica um pouco oleoso. As causas são várias, desde contato com os hormônios maternos da placenta, no momento do parto, até uma certa reação ao xampu ou sabonete com o qual o cabelo é lavado no banho.

Para tratar esse problema da pele do bebê, pode-se usar óleo de amêndoas antes do banho para retirar as crostas, debaixo do chuveiro. Não precisa esfregar e faça tudo com muito cuidado porque a pele do bebê é delicada e a região é muito sensível.

Se não resolver com o óleo, o pediatra pode indicar outros cremes locais.

Dermatite atópica

Bebês e crianças podem apresentar pele seca, inflamação e coceira, além de vermelhidão e bolinhas na pele. Parece uma alergia e é mais comum aparecer no tempo frio, quando os banhos são mais quentes e deixam a pele do bebê mais ressecada.

Por isso mesmo, o tratamento começa com banhos curtos e mornos. Uso de sabonete neutro específico para peles irritadas.

Após o banho, precisa passar hidratantes neutros próprios para a pele do bebê. O pediatra pode sugerir pomadas e medicamentos mais específicos se as lesões ficarem mais sérias e o bebê parecer muito irritado.

Brotoejas

A pele do bebê é muito sensível ao calor e ao suor. Por isso, no tempo quente é comum o bebê apresentar pintinhas nos locais onde a transpiração é maior: pescoço, costas e cabeça.

Pode irritar e causar coceira. Ou não. Pode ser só a aparência mesmo. Os pais podem aplicar maisena e compressas de água fria para aliviar os sintomas.

Evite tecidos e produtos que dificultem a transpiração.

Outra medida que ajuda muito a tratar a pele do bebê é conhecer bem as características mais comuns. Por isso, pode ser bem legal compartilhar essas informações com os amigos e familiares que têm bebê pequeno em casa. Curta e compartilhe em suas redes sociais para esse conteúdo chegar ao maior número de pais e mães que têm filho pequeno.

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Redação - Alô Bebê

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